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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Criatura da Semana: Dragão Meteoro-Chinês

HP ChineseFireball.jpg
Aparência oficial do dragão segundo as miniaturas fornecidas pela Warner Bros.

O Meteoro-Chinês, também conhecido como Dragão Leonino, é um dragão nativo da China, e é a única raça oriental. O Meteoro-Chinês é escarlate e possui escamas lisas e uma franja de cristas douradas em volta do focinho arredondado. O nome do dragão deriva do fato de que ele expele chamas com o formato de cogumelos quando está irritado, e também por cuspir chamas com o mesmo feitio. As fêmeas da raça de dragões Meteoro-Chinês são usualmente maiores do que os machos. O Meteoro-Chinês é descrito como sendo bastante rápido e inteligente, pelo menos para um dragão. Os ovos do Meteoro-Chinês são carmesim sarapintado de dourado, e as cascas são bastante valorizadas pelos bruxos chineses - o uso mágico dos seus ovos pulverizados foram descobertos pelo dragonologista chinês Quong Po -. A dieta dessa espécie de dragão é composta pela maioria dos mamíferos, mas os alimentos preferidos do dragão são porcos e humanos.

Diferente da maioria dos outros dragões, o Meteoro-Chinês é bastante tolerante com os outros indivíduos da própria espécie, e algumas vezes consentirá em dividir o mesmo território com dois outros dragões.

Um Meteoro-Chinês foi usado como obstáculo na Primeira Tarefa do Torneio Tribruxo de 1994. Vítor Krum enfrentou o dragão numa tentativa de obter o ovo dourado - que guardava a pista para a próxima tarefa - que a criatura protegia, e usou a Maldição Conjuctivitus para cegar temporariamente o dragão, que acabou esmagando os próprios ovos, o que fez com que os avaliadores da prova tirassem pontos de Vítor.

O Meteoro-Chinês, apesar de ser evidentemente baseado nos lagartos voadores da mitologia chinesa, é bastante diferente desses. Os únicos dragões da mitologia chinesa que podem cuspir fogo são aqueles que foram mandados para o Paraíso como punição. Nas lendas, eles geralmente são benevolentes, sem asas e trazem chuvas, quase o exato oposto do Meteoro-Chinês.

Originalmente, como revelado em alguns rascunhos, J. K. Rowling pretendia colocar essa espécie de dragão como nativa da Catalunha, uma região da Espanha, mas trocou de última hora, provavelmente por achar que a raça parecia mais oriental que as demais.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Criatura da Semana: Hipogrifo





Hipogrifos possuem cabeça de águia, corpo de cavalo e patas de águia, sendo uma criatura alada. A aparência desta criatura é descrita como bonita nos livros, e foi tratada com deslumbramento pelos personagens principais. Esta criatura pode ser domesticada, embora só deva ser tentado por peritos. Por causa dos trouxas, os bruxos são obrigados por lei a colocar um Feitiço de Desilusão nos Hipogrifos. O primeiro Hipogrifo que aparece na saga se chama Bicuço, e aparece no livro "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban". Ele pertencia a Rúbeo Hagrid, mas foi roubado por Sirius Black, e só voltou para as mãos do dono no sexto livro "Harry Potter e o Enigma do Príncipe", sob o nome de Asafugaz.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Criatura da Semana: Hinkypunk


O Hinkypunk é uma pequena criatura de apenas uma perna que parece ser feita de fumaça. O Hinkypunk vive próximo a pântanos e carrega uma lanterna, e tentará atrair qualquer viajante no escuro. O desafortunado que o seguir, porém, acabará atolado no charco. O Hinkypunk só aparece no livro Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e na adaptação para Playstation 2 do mesmo livro, além de ser mencionado no filme de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e no jogo de Harry Potter e a Ordem da Fênix. Por alguma razão desconhecida, a criatura não está presente no livro Animais Fantásticos e Onde Habitam, um catálogo de todos os animais mágicos conhecidos que J.K. Rowling escreveu sob o pseudônimo de Newt Scamander. É possível que, como os poltergeists e fantasmas, o Hinkypunk seja um dos espíritos, que assim como os seres, não estão presentes no livro.

No mundo dos trouxas, a lenda dos Hinkypunks é bastante conhecida na Europa e em outros continentes, mas sob nomes e personificações diferentes, por exemplo o "pwca" do País de Gales e o "Hitodama" do folclore japonês. Independente do título, todas as lendas têm a mesma origem: o fogo-fátuo, que nada mais é que uma combustão - uma reação química - de um certo gás que os animais e plantas mortas expelem. Como em pântanos e lagos existe muita matéria orgânica em decomposição, é comum avistar à noite um "fogo" brilhando ao longe, e que logo se extingue. Por muitos anos, este brilho era tomado como um fantasma. O fogo-fátuo também é a origem da criatura folclórica brasileira "Boitatá", uma serpente com olhos de fogo. Por isso, podemos considerar que o Hinkypunk e o Boitatá são, literalmente, primos de espírito.